Portugal conquista vitória ante frágil Cazaquistão

pt.jpgSimão «bisou», intercalado com mais um tento de… Cristiano Ronaldo. O jogador do Manchester United fez o 15.º golo pela Selecção principal portuguesa, entrando para o «top ten» de todos os tempos, igualando a marca de Peyroteo e Jordão.

Mas o grande destaque da noite foi Simão Sabrosa, ele que até nem costuma dar nas vistas com as quinas ao peito. O jogador do Benfica fez dois golos e foi sempre o grande impulsionador do ataque. No extremo inverso esteve Nuno Gomes, que, naquele que foi o primeiro jogo com a braçadeira de capitão a tempo inteiro, desperdiçou um bom punhado de oportunidades para dar outra expressão à superioridade da «equipa de todos nós».

Tal como previsto, Luiz Felipe Scolari apostou na titularidade dos estreantes Tonel e Raul Meireles (o defesa do Sporting viria a ser substituído já na parte final, após ter sofrido um toque, possibilitando o regresso de Jorge Andrade). Com «sangue novo», Portugal entrou da melhor forma, encostando o frágil Cazaquistão literalmente «às cordas». E que melhor entrada se poderia pedir que marcar logo aos oito minutos? Simão, num remate forte, ligeiramente descaído pela direita, abriu o marcador e como que apagou os fantasmas que pairavam no ar com a derrota no jogo anterior nesta fase de qualificação, na Polónia.

A Selecção portuguesa não descansou, continuou na «mó de cima» (alguma vez não esteve?), pelo que até ao segundo golo aparecer seria apenas uma questão de tempo. Desta feita, Cristiano Ronaldo, numa jogada individual pela direita, rematou cruzado, carimbando excelente tento.

O relógio marcava meia hora e, como os cazaques nem se viam no encontro (Ricardo não deve ter feito uma única defesa), pensava-se que seria noite de goleada. De certa forma isso só não aconteceu porque Nuno Gomes esteve em noite de manifesta infelicidade, mas também é certo que a Selecção abrandou e passou por momentos de menor discernimento. Até deu para Scolari poupar Cristiano Ronaldo e Deco, possibilitando que Cristiano Ronaldo e Carlos Martins entrassem e dessem nas vistas. Porém, só mais um golo surgiria, e a seis minutos do final, novamente por Simão, desta feita numa recarga à boca da baliza, após cabeceamento de Raul Meireles, na sequência de canto.

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